Por que Todas as Crianças Precisam de Vitamina D?


crianças brincando na praia pegando sol e vitamina D com os pes no mar e ao fundo um lindo céu azul com algumas nuvens


A vitamina D – a vitamina do “sol” – é literalmente a minha vitamina favorita (embora tecnicamente seja um hormônio, não uma vitamina). E agora, o mundo está finalmente dando à vitamina D o lugar ao sol que ela merece.

O Reino Unido disponibilizou gratuitamente a todos os cidadãos vulneráveis ​​suplemento de vitamina D no inverno de 2020 (1).

Um grupo internacional de especialistas em saúde, ciência e medicina (inclusive eu!) assinaram uma carta aberta aos governos mundiais que a Vitamina D deve ser priorizada para TODOS os adultos saudáveis ​​(2,3) – e, por favor, não vamos esquecer das crianças! Como pediatra holística e especialista em medicina funcional pediátrica, acredito que:

A vitamina D é a vitamina mais importante que você pode dar aos seus filhos (e a si mesmo), principalmente no inverno. - Elisa Song, MD

Vitamina D e SARS-CoV-2

A relação entre a vitamina D e o COVID-19 está cada vez mais convincente. Existem muitos estudos em andamento em todo o mundo para esclarecer as diretrizes adequadas de prevenção e tratamento com vitamina D. Entretanto, vários estudos já demonstraram uma correlação entre Vitamina D e COVID-19 (4):

  • A deficiência de vitamina D pode aumentar o risco de contrair COVID-19 (5, 6, 7)

  • Níveis baixos de vitamina D podem piorar o quadro de COVID-19 (8) e aumentar o risco de internação na UTI e intubação (9).

  • A suplementação de vitamina D pode reduzir o risco de internação na UTI (10).

  • A suplementação de vitamina D, tomada regularmente no ano anterior ou após o diagnóstico de COVID-19, melhorou a sobrevida de pacientes idosos hospitalizados com COVID-19 (11).

  • Pacientes assintomáticos ou levemente sintomáticos com COVID-19 que receberam altas doses de vitamina D em curto prazo eram mais propensos a serem negativos para SARS-CoV-2 PCR no dia 21 com níveis mais baixos de um marcador inflamatório, fibrinogênio (12). A dosagem utilizada foi Vitamina D3 60.000UI diariamente por 7 dias para atingir um nível de 25(OH)D de >50 ng/ml.

  • Níveis baixos de vitamina D estão associados ao aumento da mortalidade por COVID-19 em vários países europeus (13, 14, 15).


Vitamina D – não apenas para COVID-19


menino pegando sol na praia com os braços abertos em sinal de liberdade com os pés na areia e o mar ao fundo no céu pássaros voando

A vitamina D não é benéfica apenas para COVID-19. Vamos dar uma olhada em algumas das outras razões importantíssimas de que nossos filhos precisam de vitamina D AGORA :

  • A vitamina D pode proteger contra a gripe e outras doenças respiratórias no inverno e reduzir a sibilância (sons respiratórios causados por um estreitamento das vias respiratórias) em crianças (16, 17, 18)

  • A vitamina D otimiza o desenvolvimento do cérebro (19)

  • A vitamina D ajuda a aliviar a ansiedade/depressão e o TOC (20, 21, 22)

  • A vitamina D melhora a atenção/foco (23, 24, 25)

  • A vitamina D reforça um sono saudável (26, 27, 28, 29)

  • A vitamina D suporta a função imunológica em doenças autoimunes pediátricas, incluindo PANS/PANDAS, artrite juvenil, diabetes tipo 1, lúpus, esclerose múltipla, dermatomiosite e alopecia areata. (30, 31, 32, 33, 34, 35, 36)


Essas são TODAS as preocupações que foram exponencialmente agravadas pela pandemia, especialmente para nossas crianças

1 em cada 4 adolescentes tem transtorno de ansiedade – um número que vem subindo desde o início da pandemia. O suicídio é a segunda principal causa de morte entre nossos jovens, e o número de adolescentes que contemplaram a automutilação aumentou em um ritmo alarmante.

Crianças afro-americanas e hispânicas são mais propensas a terem deficiência de vitamina D – poderia ser esta uma das razões pelas quais elas representam 75% de todas as mortes pediátricas relacionadas ao COVID, apesar de representarem apenas 40% da população de crianças dos EUA?

As doenças infantis crônicas e doenças autoimunes estão em alta epidêmica. Atualmente, mais de 1 em cada 2 crianças são diagnosticadas com uma condição crônica. Em 2025, esse número deverá ser de 8 em 10 (37). O eczema agora é considerado uma condição autoimune (38), afetando até 1 em cada 5 bebês e crianças em todo o mundo. (39)

A vitamina D poderia ser uma das respostas para acabar com nossa epidemia de doenças crônicas na infância?

Fatores de risco para deficiência de vitamina D em seu filho A deficiência de vitamina D é uma das deficiências nutricionais mais comuns em crianças.

Quem está em risco de deficiência de vitamina D? TODO O MUNDO! Mas, em particular, os seguintes fatores são uma dica de que o seu filho pode estar em risco de deficiência de vitamina D:

  • Deficiência materna de vitamina D durante a gravidez. A deficiência de vitamina D em gestantes pode estar associada a um maior risco d seus filhos desenvolverem asma (40), autismo (41), TDAH (42), problemas comportamentais (43) e diabetes (44). Otimizar a vitamina D durante a gestação é uma das maneiras mais importantes de auxiliar o desenvolvimento do cérebro e do sistema imunológico do seu bebê.

  • Ser amamentado exclusivamente – A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam que todos os bebês amamentados recebam 400IU de Vitamina D3 diariamente. Acredito que este fator de risco advém do fato de muitas mulheres grávidas e lactantes serem deficientes ou insuficientes em vitamina D. Se as mães lactantes tivessem ótimos níveis de vitamina D, acredito que o seu leite materno deveria ter vitamina D adequada para alimentar os seus bebês sem suplementação. Amamentar exige muito das mães, literalmente! Certifique-se de otimizar os seus níveis de Vitamina D se estiver grávida ou amamentando, para benefício seu e do seu bebê, além de suplementar o seu bebê com 400IU de Vitamina D3 diariamente após o nascimento.

  • Pele muito pigmentada

  • Baixa exposição solar na pele (devido ao protetor solar, roupas, etc.)

  • Cáries

  • Doenças frequentes

  • Eczema, asma ou alergias

  • Falta de atenção e foco

  • Ansiedade, depressão ou problemas de humor

  • Doença autoimune

  • Sintomas de intestino irritável

  • Fraturas fáceis ou frequentes

  • Certos medicamentos (incluindo esteroides tópicos, inalados e intranasais; medicamentos para convulsões; medicamentos antifúngicos; e medicamentos antirretrovirais)


Diagnosticando a deficiência de vitamina D

A quantidade de vitamina D pode ser avaliada através dos níveis sanguíneos de 25-hidroxi-Vitamina D, 25(OH)D. Infelizmente, não há outra maneira de saber com precisão seu níveis de vitamina D. Como pediatra holística, considero o teste de 25(OH)D como exame de rotina e essencial para uma saúde ideal. Muitos pais ficam surpresos com os níveis baixos de vitamina D dos seus filhos, mesmo no meio do verão, quando os filhos correm ao ar livre sob o sol o dia todo. Pode ser ainda mais surpreendente a quantidade de suplementação de vitamina D3 necessária para realmente atingir os níveis ideais.

Níveis ideais de vitamina D


tres meninos na praia deitados na areia em cima de boia laranja grande recendo onda do mar

A maioria dos laboratórios relata níveis “normais” de 25(OH)D como um intervalo de referência de:: 20 ng/ml – 100 ng/ml (ou 50 nmol/l – 250 nmol/l) Essa é uma gama bastante ampla. NOTA : Preste atenção à unidade de medida informada. No Brasil e EUA a vitamina D é medida em nanogramas por mililitro (ng/ml), enquanto na maioria dos outros países usa nanomoles por litro (nmol/l). Para converter de ng/ml para nmol/l, use esta fórmula: 1 ng/ml = 2,5 nmol/l A maioria dos especialistas concorda que abaixo de 10 ng/ml (25 nmol/l) é deficiente. Mas qual nível é considerado suficiente ou mesmo ideal varia muito e provavelmente depende de muitos fatores, incluindo idade, sexo, raça/etnia, peso e estado de saúde subjacente. A Academia Nacional de Ciências, Engenharia e Medicina (NASEM) define a deficiência e inadequação de vitamina D da seguinte forma (45):

  • Deficiência de vitamina D: níveis de 25 (OH) D <12 ng/ml (<30 nmol/l)

  • Inadequação de vitamina D: níveis de 25 (OH) D 12-20 ng/ml (30-50 nmol/l)

No entanto, essas diretrizes são baseadas em descobertas de 1976 (46) para os níveis de vitamina D associados ao raquitismo (uma doença óssea grave por deficiência de vitamina D) – SEM levar em conta os vários benefícios não esqueléticos da vitamina D como um dos nutrientes mais importantes para quase todos os nossos sistemas de órgãos . O National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) define a deficiência e insuficiência de vitamina D da seguinte forma:

  • Deficiência de vitamina D: níveis de 25 (OH) D <15 ng/ml

  • Insuficiência de vitamina D: níveis de 25 (OH) D 15-29 ng/ml

Um estudo NHANES entre 2001-2004 (47) descobriu que 9% de todas as crianças de 1 a 21 anos tinham deficiência de vitamina D e 61% tinham insuficiência de vitamina D. Isso é quase 3 em cada 4 crianças americanas (58,4 milhões de crianças) com deficiência/insuficiência de vitamina D, com muito mais crianças provavelmente com níveis abaixo do ideal . A medicina funcional e holística se preocupa não apenas com o que é “normal” ou “suficiente” – mas com o que é ÓTIMO. Então, qual nível de vitamina D é ÓTIMO ? É aí que a extensa polêmica... Um dos grandes problemas é que os estudos, em sua maioria, se concentram em como evitar estados de deficiência. Afinal, as Doses Dietéticas Recomendadas (RDAs) de nutrientes foram desenvolvidas durante a Segunda Guerra Mundial como diretrizes para os requisitos mínimos para prevenir doenças por deficiência de nutrientes como o escorbuto (falta de vitamina C) – NÃO os requisitos necessários para uma SAÚDE ÓTIMA.

Eu não sei você, mas eu não quero que eu e meus filhos vivamos apenas um pouco acima do nível de deficiência nutricional!

A medicina baseada em evidências (48) foi definida como “o uso consciente, explícito e judicioso das melhores evidências atuais na tomada de decisões sobre o cuidado de pacientes individuais.…" [Isso] significa integrar a experiência clínica individual com a melhor evidência clínica externa disponível de pesquisa sistemática.

Embora não haja um consenso claro sobre os níveis ideais de 25(OH)D, as melhores evidências clínicas de pesquisas sistemáticas sugerem que os níveis ideais de 25(OH)D são MAIORES que 30 mg/ml (49). E como pediatra holístico e especialista em medicina funcional pediátrica com mais de 20 anos de experiência clínica, minha experiência clínica individual demonstra que meus pacientes se saem melhor com níveis de 25(OH)D de 60-80 ng/ml.

Usando uma abordagem da medicina integrativa e funcional baseada em evidências, descobri que os níveis IDEAIS de vitamina D são 60-80 ng/ml para a maioria dos meus pacientes.

A vitamina do sol – O sol pode realmente nos dar vitamina D suficiente?

A radiação ultravioleta-B (UVB) do sol em comprimentos de onda de 290-315nm é a principal fonte não dietética de vitamina D. Com a exposição UVB, a pele converte 7-desidrocolesterol em pré-vitamina D3, que então é convertida em 25- hidroxivitamina D no fígado e posteriormente em 1,25-dihidroxivitamina D nos rins.

Existem muitas razões pelas quais a maioria das pessoas não obtém níveis suficientes de vitamina D apenas com a luz solar (50):

  • Quanto mais longe do equador vivemos, mais fraca é a capacidade da pele de converter vitamina D através do sol, em qualquer estação, exceto no verão (que é a maior parte do Hemisfério Norte, como aqui nos Estados Unidos).

  • Quanto mais escura nossa pele for, menos potencial temos para sintetizar vitamina D devido ao aumento dos níveis de melanina – um pigmento protetor que bloqueia a radiação UV do sol.

  • A poluição impede que os raios UVB atinjam nossa pele, então não conte que se expor ao sol em ambientes poluídos você vai conseguir converter vitamina D através da pele.

  • A recomendação atual de 10-20 minutos diários de exposição ao sol durante os meses de verão NÃO aumentam adequadamente os níveis gerais de 25(OH)D. De fato, a quantidade de exposição ao sol necessária para atingir níveis suficientes provavelmente “comprometeria a saúde da pele”. (51)


Fontes alimentares de vitamina D


alimentos ricos em vitamina d leite ovo queijo cogumelos peixe sardinha prato de madeira

Comida é remédio e, idealmente, obteríamos todos os nossos nutrientes através da comida. No entanto, a triste realidade é que, mesmo com a dieta mais variada, a maioria de nós não atende às nossas necessidades nutricionais ideais apenas com os alimentos. Nosso solo se esgotou, então nossa comida não é tão densa em nutrientes quanto era antes, e nosso mundo moderno exige maiores necessidades de nutrientes para nos mantermos bem. Além do óleo de fígado de bacalhau, peixes gordurosos e cogumelos (não são os alimentos mais adequados para crianças!), a maioria dos alimentos ricos em vitamina D contém níveis relativamente baixos de vitamina D em quantidades normalmente consumidas. Dito isto, não podemos priorizar alimentos ao invés da suplementação de vitamina D3 e exposição solar.


Os alimentos mais ricos em vitamina D incluem (52):

  • Óleo de fígado de bacalhau (1 colher de sopa (15ml) – fornece até 1.360UI de vitamina D)

  • Salmão e outros peixes gordurosos como truta e cavala (85 gramas – fornece até 650UI de vitamina D)

  • Sardinhas (50 gramas - fornece até 250UI de vitamina D)

  • Camarão (5 grandes – fornece até 200UI de Vitamina D)

  • Cogumelos Brancos (½ xícara crua, fatiada – fornece até 366UI de Vitamina D)

  • Ovos (1 grande – fornece até 44UI de vitamina D)

  • Caviar (1 colher de sopa – fornece até 37UI de Vitamina D)

  • Fígado (85 gramas – fornece até 42UI de vitamina D)

  • Leite de vaca (250ml - fornece até 120 UI de vitamina D)

  • Queijo (220 gramas - fornece até 12 UI de vitamina D)


Suplementos de vitamina D são geralmente necessários – mas quanto?


suplementos de vitamina d em capsulas e liquida em frasco

Como sempre, verifique com seu médico antes de iniciar qualquer suplemento dietético para você ou seu filho. Embora a toxicidade da vitamina D seja extremamente rara nas dosagens descritas abaixo, pode existir um risco aumentado de toxicidade com obesidade, doença renal crônica e certos distúrbios genéticos. Por outro lado, certas condições como doenças crônicas, estados de má absorção e variantes genéticas do receptor de vitamina D podem contribuir para a necessidade de dosagem de vitamina D mais alta do que o esperado para atingir níveis ideais.

Ao suplementar vitamina D, use vitamina D3 (colecalciferol) em vez de vitamina D2 (ergocalciferol). A vitamina D3 é a forma preferida de suplementação, é a forma feita pela sua pele quando exposta à luz solar e demonstrou clinicamente ser mais eficaz que a vitamina D2 no aumento dos níveis de 25 (OH) D (53).

Idealmente, você verificaria os níveis de 25(OH)D antes da suplementação e monitoraria os níveis regularmente até que os níveis ideais fossem alcançados. Sabendo que isso não é possível para muitos, as dosagens de vitamina D abaixo são aquelas que devem pelo menos manter os níveis atuais de 25(OH)D sem se aproximar dos níveis conhecidos por causar toxicidade. A toxicidade da vitamina D com níveis de 25(OH)D >150 mg/ml é extremamente rara (54). Os sintomas de toxicidade da vitamina D incluem ataque cardíaco, derrame, cálculos renais, dor de cabeça, náusea, vômito, diarreia, anorexia, perda de peso e baixa densidade óssea.

O Institute of Medicine (55) observa que o nível de ingestão superior tolerável (UL) de vitamina D é de 4.000 UI para adolescentes e adultos, com níveis mais baixos observados para bebês e crianças. Para o adulto médio, uma ingestão diária de 4.000 UI de vitamina D corresponde a um nível médio de 25(OH)D de cerca de 50 ng/ml (125 nmol/L) (56) – nem perto do nível tóxico. A toxicidade da vitamina D é rara, mesmo em doses mais altas. A administração de Vitamina D3 10.000UI diariamente por 5 meses (57) e até 20.000UI diariamente por pelo menos um ano em homens adultos saudáveis ​​não atingiu níveis tóxicos 25(OH) >100 ng/ml. (58) A Endocrine Society parece ter a recomendação baseada em evidências mais útil para potenciais benefícios esqueléticos e não esqueléticos da vitamina D em suas Diretrizes de Prática Clínica para Avaliação, Tratamento e Prevenção da Deficiência de Vitamina D (59).


A Endocrine Society sugere níveis de ingestão superior toleráveis ​​(ULs) revisados ​​por idade da seguinte forma:

  • Lactentes até 6 meses: 1000 UI/dia

  • Bebês de 6 meses a 1 ano: 1500 UI/dia

  • Crianças de 1 a 3 anos: pelo menos 2500 UI/dia

  • Crianças de 4 a 8 anos: 3.000 UI/dia

  • Todos com mais de 8 anos: 4000 UI/dia

A Endocrine Society observa ainda que:

“níveis mais altos que 2.000 UI/d para crianças de 0 a 1 ano, 4.000 UI/d para crianças de 1 a 18 anos e 10.000 UI/d para crianças e adultos de 19 anos ou mais podem ser necessários para corrigir a deficiência de vitamina D.”

Confuso ainda? OK – deixe-me dizer-lhe por experiência clínica o que considero as diretrizes mais úteis. Em geral, uma dosagem diária de Vitamina D3 para MANTER os níveis atuais de 25(OH)D é geralmente 1000UI por 11kg de peso corporal, até 5000UI diariamente. Doses iniciais mais altas podem ser necessárias para atingir os níveis ideais em primeiro lugar, mas isso só deve ocorrer com o monitoramento de 25(OH)D no sangue pelo seu médico.

Quando você não tem acesso ao teste de 25(OH)D para você ou seu filho, as seguintes são provavelmente as dosagens seguras por idade:

  • 0-1 ano: 400-600 UI diariamente

  • 1-6 anos: 1.000 UI diariamente

  • 7-12 anos: 2.000-3.000 UI diariamente

  • 13-18 anos: 3.000-4.000 UI diariamente

  • 19 + anos: 4-5.000 UI diariamente


Você precisa de vitamina K com vitamina D?9

Enquanto a vitamina D aumenta a absorção de cálcio na corrente sanguínea, a vitamina K é necessária para mover eficientemente esse cálcio para os ossos e dentes para manter níveis saudáveis ​​de cálcio no sangue sem causar acúmulo de cálcio nos vasos sanguíneos, o que pode levar a aterosclerose potencialmente prejudicial e aumento do risco para doença arterial coronariana. Embora isso normalmente não seja uma preocupação para as crianças, é importante suplementar com vitamina K enquanto complementa com vitamina D para otimizar sinergicamente a saúde dos ossos e do coração (60). A vitamina K1 (filoquinona) é a principal fonte alimentar de vitamina K, encontrada em vegetais de folhas verdes e vegetais crucíferos como couve, espinafre, couve-flor, brócolis, repolho, couve de Bruxelas e couve. A vitamina K2 é encontrada em quantidades modestas em alimentos fermentados, como natto e chucrute, e em algumas fontes animais, como carne, ovos e queijo. Curiosamente, quase toda a vitamina K2 é produzida por bactérias do ácido lático em nosso intestino, se tivermos um microbioma intestinal saudável. (61)

A ingestão adequada recomendada de vitamina K pelo Institute of Medicine é a seguinte:


Idade

Homem

Mulher

Gravidez

Lactação

Nascimento até 6 meses

2,0 mcg

2,0 mcg

7-12 meses

2,5 mcg

2,5 mcg

1-3 anos

30 mcg

30 mcg

4-8 anos

55 mcg

55 mcg

9-13 anos

60 mcg

60 mcg

14-18 anos

75 mcg

75 mcg

75 mcg

75 mcg

+19 anos

120 mcg

120 mcg

120 mcg

120 mcg

Embora a deficiência de vitamina K seja incomum nos Estados Unidos, eu recomendaria que todas as crianças com mais de 1 ano tomassem vitamina K extra com seus suplementos de vitamina D. A vitamina K2 (menaquinona) é a forma preferida de suplementação. Felizmente, muitos suplementos de vitamina D3 já estão combinados sinergicamente com a quantidade adequada de vitamina K2.

Escolhendo um suplemento de vitamina D3/K2

Seu suplemento de vitamina D deve conter apenas vitamina D e um óleo transportador (normalmente azeite, óleo de triglicerídeos de cadeia média de coco ou óleo de girassol) – e nada mais. Sem corantes, sabores ou conservantes artificiais. Fique longe de polissorbato 80 e quaisquer outros nomes que você tenha dificuldade em pronunciar. Seu filho não precisa de ingredientes adicionados – alguns dos quais podem causar alergias e foram identificados por afetar negativamente o comportamento das crianças, o desenvolvimento do cérebro e do sistema imunológico.

Me ajude a espalhar a palavra

UMA simples intervenção – otimizar os níveis de vitamina D – pode ter um impacto profundo e duradouro na saúde e bem-estar geral de nossos filhos.

Vitamina D para Todos deveria ser uma das prioridades de saúde pública mais importantes da atualidade.

É simples. É fácil. É de baixo risco. É acessível (para a maioria) . Então vamos torná-lo acessível para TODOS!

Se o seu médico ou profissional ainda não assinou a carta #VitaminDforAll, peça que revisem e assinem agora. Vamos colocar isso nas mãos de nossos funcionários eleitos, funcionários de saúde pública, médicos e profissionais de saúde em todos os lugares. E não se esqueça de encaminhar meu artigo para qualquer pai ou profissional que você conheça que possa se beneficiar.

Estamos juntos nessa.




Artigo escrito por xo Holistic mama doc – Elisa Song, MD do site healthykidshappykids.com

Traduzido por Mamãe Good Vibes


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